Eficiência e inteligência artificial: por que esse é o foco da 180 em 2026

A companhia começou o ano com foco claro em aumentar a produtividade da operação a partir da estrutura construída ao longo dos anos.

Eficiência e inteligência artificial: por que esse é o foco da 180 em 2026

A companhia começou o ano com foco claro em aumentar a produtividade da operação a partir da estrutura construída ao longo dos anos.

Se 2025 foi marcado pelo crescimento acelerado de equipes, este ano aponta para uma virada de chave clara na alocação de recursos da 180: mais investimento para otimizar processos e, consequentemente, liberar a energia dos times para o que realmente exige análise e tomada de decisão.  

 

Essa visão apareceu de forma direta na entrevista de José Filippini, CFO da 180, ao Valor Econômico. E resume bem o momento da companhia.

 

Como ele explica: “Saímos da fase de expansão e entramos no momento de capturar o máximo de produtividade da estrutura que construímos.”

 

Tecnologia para ampliar capacidade de execução

É nesse contexto atual da 180 que entram automação, inteligência artificial e melhoria de processos.

 

Essas três frentes não existem para substituir pessoas, mas sim para reduzir tarefas operacionais repetitivas, minimizar erros e colocar o time para  focar em atividades que exigem mais análise e contexto para tomada de decisão.

 

Em outras palavras: tecnologia, aqui, funciona como alavanca de produtividade.

 

O que isso já significa na prática

Para se ter uma noção de como essa lógica já é aplicada no dia a dia da companhia, hoje, cerca de 80% dos sinistros já são processados com apoio de inteligência artificial, o que permite decisões mais rápidas, maior consistência operacional e mais escalabilidade.

 

O reflexo aparece diretamente na experiência do cliente. Enquanto o mercado ainda convive com prazos mais longos para pagamento de sinistros, na 180, 75% dos casos são resolvidos em menos de dois dias.

 

Ou seja: quando a tecnologia é aplicada com clareza e contexto, ela não afasta a operação das pessoas. Ela melhora a forma como a operação responde a elas.

 

Eficiência também é estratégia de crescimento

Esse movimento não significa interromper contratações. A 180 segue com vagas abertas, mas em uma lógica mais estratégica, alinhada ao momento da companhia e às frentes que realmente ampliam capacidade de execução.

 

Mais do que uma tendência de mercado, esse é o retrato de um novo ciclo da 180. Um momento em que crescer não significa necessariamente aumentar equipes, mas evoluir em eficiência, tecnologia e capacidade de entrega.

 

Porque, no fim, escalar bem não é apenas crescer mais. É crescer melhor.

 

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